Esta semana preparei dois foguetinhos: um “FUI” e um “K. IO” para o próximo fim de semana em Cabo Frio. Cada um tem uma novidade:
O “FUI”.
Com 510ml suas aletas são de plástico de pote de sorvete, o que a torna mais flexível, assim não quebrarão na queda. Por outro lado esta flexibilidade pode afetar o voo. Seu bico propulsor tem diâmetro de 10mm adaptado do engate rápido da Tramontina. A novidade é que este FUI tem sistema de paraquedas. É do tipo de tombamento de nariz.
Funciona assim: o paraquedas vai dobrado dentro do cone do nariz do foguete (1). Dois elásticos são colocados de forma a um tenta derrubar o cone (2) e o outro fica segurando (3). Este segundo fica fixado em uma antepara basculante (4) que é travada por uma lingueta (5).
Ao disparar o foguete o deslocamento de ar destrava a lingueta e mantém a antepara fechada equilibrando o cone. Chegando ao ápice de sua trajetória a ação do ar cessa. A antepara basculha soltando o elástico e possibilitando ao outro elástico derrubar o cone do nariz e livrar o paraquedas.
A base de lançamento com 15x15cm possui três guias de 40cm e 4 furos para fixação ao solo.
O “K. IO”.
Este é um “monogarrafa” de 2l com aletas de isopor montadas em um corpo separado da garrafa e vestido nela. O disparador será o de PVC, o que quer dizer bico pleno. A nova está, de novo, no sistema de paraquedas.
Neste sistema o cone do nariz é somente encaixado na ponta do foguete. Um sistema de elástico, antepara e lingueta foi montado de forma a guardar um pequeno paraquedas. Este ao ser liberado puxará o cone do nariz e liberará o paraquedas principal. As duas partes cairão separadas.
Bom! Na teoria é fácil. Vejamos na prática.
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