Já tem algum tempo venho pensando em utilizar este material para fazer um mecanismo de disparo
de paraquedas.É um mecanismo forte, compacto, bem simples e vem pronto. Se
consegue abrir o guarda-chuva empurrar um paraquedas deve ser moleza.
A princípio pensei que teria dificuldade com a força
necessária para o acionamento, visto que tem-se que fazer um certo esforço para
apertar o botão de acionamento. Porém ao desmontar o guarda-chuva percebi que não daria para usar o botão que, na
verdade, ele é apenas uma trava. E, era isso que eu precisava. Ainda assim, pela força da mola, aquele
pequeno servo motor não seguraria ou empurraria. Só tinha uma solução: um bom
braço de alavanca para dar jeito. Então ficou assim:
Funciona como se fosse um pistão empurrando o paraquedas e
suas amarrações junto com o cone do foguete. Para acionar o disparador utilizei um
conjunto de servo motor com o CV-001 (computador de voo) do Vicente Garcia (Fogueteh2o) alimentados por uma bateria de
9v.
Montado sobre uma placa de PVC ajustada para caber dentro de
garrafinhas de Aquarius Fresh de 510ml contém em suas extremidades duas outras
placas, também ajustadas, porém, para o diâmetro interno. Em uma das placas foi
feito um furo central para a passagem do
mecanismo de ejeção do pqd. Ambas foram
fixadas à placa de fundo com cantoneiras de alumínio e arrebitada
No mecanismo do guarda chuvas manteve-se a peça do topo
(onde prende todo o esqueleto) que serve para fixação na placa de fundo. Para
manter a concentricidade com o conjunto foi necessário abrir um entalhe na
placa de fundo. OBS. A placa de fundo fica abaixo da linha do diâmetro das
plaquinhas de extremidade.

A figura mostra a parte mecânica do dispositivo. Na outra face estão os componentes eletro-eletrônicos.
A posição do servo motor pode variar com o gosto do cliente. Este está onde está porque utilizei a placa de um outro protótipo. Até por isso, foi colocado uma polia para passar um fio de nylon. O importante é que tenha espaço para seu braço movimentar.
A alavanca é um dos itens mais importantes deste conjunto.
Ela é o gatilho do mecanismo. Como seu braço é longo fica mais fácil para o
servo atuar.
Então, ao se empurrar a haste do pistão o mecanismo do guarda
chuva se recolhe. A pequena lingueta empurra a trava até passar dela. A trava,
por efeito das molas volta para a sua posição original. Ao soltar a haste a lingueta prende na trava
que apoia na alavanca mantendo a haste
recolhida. Desta forma pode-se colocar o para quedas e montar o disparador no
foguete sem mais problemas.
A placa do timer foi colada com cola quente, assim como a
bateria (que depois substitui por abraçadeiras).
O sistema foi encapsulado e foram feitos furos para acessar
os botões de liga/desliga e de programação.
No encapsulamento da parte de baixo mantive o gargalo da garrafa para usar em uma nova técnica de fixação que experimentarei.
No encapsulamento da parte de baixo mantive o gargalo da garrafa para usar em uma nova técnica de fixação que experimentarei.
No blog britsh??? tem uma técnica de soldagem de tampinha dorso
à dorso para fazer uma “conexão tornado”. Usei esta técnica para fixar a tampa
do foguete á tampa que rosca na base do lançador de pqd. . Desta forma o ficou
muito bom, além de vedar o foguete mantém o sistema bem alinhado e firme. Entre
as duas peças compus o corpo do foguete com uma seção de pet ajustada ao
conjunto. Show!!

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